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Bruno Miguel“The shape of ideas”

ideias

Ilustração de Grand Snider.

Bruno MiguelTartaruga metálica gigante

Esta tartaruga, criada pelo indonésio, Ono Gaf, foi uma espécie de amor à primeira vista para mim. O autor usou peças metálicas de várias origens e tipos, como ferramentas, molas, instrumentos e partes de automóveis, para criar esta obra que ficaria muito bem no meu jardim.

Imagem da autoria de Gina Sanderson

Bruno MiguelSpringfield em Lego

Um Matt – Groening – criou a mítica série animada The Simpsons; e outro Matt – de Lanoy – criou uma réplica de Springfield, a cidade onde decorre a acção, em Lego.

Pese embora não seja uma réplica exacta da cidade, já que faltam vários edifícios, é um trabalho notável.

imagem da autoria de Matt de Lanoy

Bruno MiguelCriatividade vs Lógica

Bruno MiguelNada como tentar

gif

Visto no 9GAG.

Bruno MiguelUnity: minimizar aplicações com um click no launcher

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O launcher do Unity (e o próprio gestor de desktop também) é uma ferramenta bastante útil, mas o facto de não permitir que uma aplicação seja minimizada ao clicar no ícone respetivo é chato. O suporte para a funcionalidade já existe desde o Ubuntu 14.04, a mais recente LTS (Long Term Support), só não está ativa.

Existem duas formas de ativar a minimização de janelas com clique no launcher: o CCSM (CompizConfig-Settings-Manager) e o Gsettings. A primeira é a menos recomendada, porque a aplicação é conhecida por criar alguns problemas. A segunda, no entanto, é considerada segura.

Para ativarem a funcionalidade, devem abrir a linha de comandos e colar o seguinte conteúdo:

gsettings set org.compiz.unityshell:/org/compiz/profiles/unity/plugins/unityshell/ launcher-minimize-window true

Para reverter, devem abrir novamente a linha de comandos e colar o seguinte:

gsettings set org.compiz.unityshell:/org/compiz/profiles/unity/plugins/unityshell/ launcher-minimize-window false

O vídeo neste post exemplifica a funcionalidade ativa.

Bruno MiguelFail matemático

fail matemático

Esta imagem, que vi algures no Google Plus, mostra que alguns sistemas operativos são tão bons que nem sabem fazer contas simples. ;)

Bruno MiguelPlasma Next

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Depois de uma pequena conversa com o Paulo Trindade, no Twitter, decidi experimentar a segunda beta do KDE Plasma Next no Ubuntu 14.04. O teste durou alguns minutos, mas foi suficiente para ter ficado agradado com o que vi. Até fiz um screencast que incluí no post.

A performance da próxima versão do KDE não é a melhor e existem alguns bugs gráficos, mas é expectável para uma versão beta. No geral, a experiência é positiva. Só ficou a faltar o Dolphin, o gestor de ficheiros tradicional do KDE, mas talvez seja apenas por não ter instalado algum pacote.

Para instalar o Plasma Desktop, usei um PPA do Project Neon. As instruções para a linha de comandos (acho que é a forma mais prática de o fazer) são as seguintes:

sudo add-apt-repository -y ppa:neon/kf5-snapshot-weekly; sudo apt-get update; sudo apt-get install project-neon5-session project-neon5-utils project-neon5-konsole

Ressalvo mais uma vez que esta versão ainda está em franco desenvolvimento, por isso esperem alguns bugs. Bons testes.

Bruno MiguelAsus X551C – o balanço de um mês de utilização

Até há mais ou menos 1 mês atrás, tinha um desktop e um portátil. O primeiro já começava a mostrar o peso da idade, com um single-core a 2.88GHz (com overclocking) e 2GB de RAM; e o segundo mais ainda – 1Gb de RAM partilhado com a gráfica de 128Mb e um single-core de 1.5GHz.

Apesar do hardware legacy, conseguia que eles ainda fossem aguentando graças aos sistemas operativos de código aberto. Por exemplo, no portátil usava frequentemente um Tiling Window Manager porque estes, regra geral, utilizam muito poucos recursos que um gestor de desktop como o Gnome, KDESC ou XFCE. Apesar disso, ver um vídeo no Youtube, em HD, neste portátil era uma missão impossível.

Para tarefas que necessitavam de algum poder de computação, usava o fixo e até esse demorava mais do que devia. Por isso, a dada altura ponderei fazer-lhe uma atualização ao hardware. Depois de ver preços de processadores compatíveis com a motherboard do computador, possíveis boards novas e RAM, conclui que no meu caso o mais compensatório seria comprar um portátil novo e assim o fiz. A minha escolha recaiu sobre um Asus X551C.

Esta máquina não é nenhum topo de gama, algo que poderão confirmar com uma rápida pesquisa num motor de busca. O processador é um Intel Celeron 1007U com gráfica integrada Ivybridge Mobile e 4GB de RAM. E o disco nem sequer é SSD. Contudo, apesar destas limitações, o preço era demasiado convidativo para deixar passar a oportunidade.

Bem, estas limitações nem o são. Para a utilização que lhe dou (por exemplo, desenvolvimento web com HTML, CSS e Javascript), o hardware chega bem e sobra.

Quando comprei o portátil, ele vinha com o Windows 8 pré-instalado. Na loja, questionei o funcionário sobre a devolução do valor da licença e este indicou-me que a Rádio Popular não faz essa devolução. Para evitar andar meses a ter chatices, assim que cheguei a casa iniciei essa espécie de sistema operativo para poder fazer um DVD de backup dele (caso necessite de usar a garantia), experimentei-o durante 5 minutos e de seguida instalei o Ubuntu 14.04. Escusado será dizer, todo o hardware funcionou à primeira e a performance da distribuição da Canonical foi largamente superior à do sistema da Microsoft.

Um mês depois da compra (mais dia, menos dia), estou satisfeito com ela. O ecrã, admito, podia ser um pouco melhor e podia vir com um sistema operativo decente pré-instalado, mas tirando isso não tenho nada a apontar até ao momento.

Bruno MiguelPorque não vejo noticiários

Não costumo ver noticiários. Há algum tempo que decidi que ia deixar de os ver completos e poucas vezes por mês, e tenho cumprido isso, mas de vez em quando vou assistindo a alguns minutos se houver possibilidade e paciência. As únicas exceções que abro são o Jornal 2 (sempre que tenho tempo de o ver), o único que ainda acho minimamente decente, e um qualquer dos noticiários da SIC sempre que vou visitar os meus pais e almoço e/ou janto com eles.

Hoje, às 20:20, mais ou menos, vi o bloco informativo da RTP1 enquanto aguardava que o jantar cozinhasse. Estava a dar o segmento sobre futebol e a notícia era a família afastada do Cristiano Ronaldo do Brasil: quem são, o que fazem, de que ramo derivam na árvore genealógico da família Aveiro, etc… Esta notícia precedeu a da conferência de imprensa da Seleção Nacional, representada pelo Hélder Postiga. Sim, leram bem, foi exibida antes da conferência de imprensa da nossa seleção.

Por motivos que claramente me ultrapassam, e para os quais ainda não consegui encontrar uma justificação de índole informativa, o faits divers de revista cor-de-rosa passou primeiro que uma conferência de imprensa oficial da seleção portuguesa. Foi uma de muitas nãotícias que cada vez passam em maior número nos noticiários e que me fizeram afastar deles.

Admito que ainda ponderei o grau de importância dos dois tópicos: família afastada do Cristiano Ronaldo e Seleção Nacional. Quando pesei a potencial importância e interesse das duas para os telespetadores, não consegui ver forma alguma da família afastada do CR7 se sobrepor à conferência de imprensa da Seleção das Quinas. Se ao menos tivessem lançado um CD de música pimba romântica…!

A SIC e a TVI são piores. O pouco dos noticiários que vou vendo destes canais é composto quase exclusivamente por faits divers. De vez em quando lá se enganam e passam alguma informação em quantidade superior ao normal (que é pouca).

Quando quero informação, viro-me para a Web. Pode demorar um pouco até encontrar fontes de informação com alguma qualidade, mas depois de feita a filtragem é um descanso (imperfeito, mas um descanso). Também, tenho mais meios de acesso à informação, como as redes sociais e leitores de feeds (Tiny Tiny RSS, Digg, Feedly), aplicações para Android, etc. Há maior diversidade, mais fontes e, depois de uma boa filtragem, qualidade superior à dos telejornais.

Imagem sob a licença CC-BY-NC-SA-2.0
Autor: Dave Bledsoe

Bruno MiguelCiência vs Religião

Visto aqui.

Bruno MiguelMoloko, o melhor gestor de tarefas que poderão usar

Ultimamente, tenho sentido necessidade de uma ferramenta para me ajudar com o planeamento e gestão de afazeres/tarefas. À medida que elas vão aumentando em número, aumenta também a probabilidade de me esquecer total ou parcialmente de uma ou mais. E a verdade é que a memória já foi melhor.

Uma das coisas que aprecio neste tipo de ferramentas é a possibilidade de criar sub-tarefas e/ou inserir notas com informação adicional. A utilidade destas funcionalidades no desenvolvimento de um projeto é enorme! Igualmente útil na gestão das tarefas de casa, que são sempre muitas como alguns de vocês sabem. Mas, na minha humilde opinião de melhor blogger do mundo, a melhor coisa que uma lista de tarefas pode ter é contexto. Refiro-me não só a tags e listas, mas também a locais.

Pesquisei durante várias semanas por uma ferramenta que me permitisse tudo isto e só encontrei uma que me enche as medidas e já conheço há muito tempo: Remember The Milk. Esta aplicação já tem uns anos e, antes do advento do Android, usava o interface web com alguma frequência. No entanto, à medida que me fui habituando a fazer muitas destas coisas no telemóvel, deixei de a usar porque nunca encontrei um cliente gratuito decente. Podia subscrever uma conta premium no serviço e usar a app oficial, mas se não queria pagar por um cliente também não ia pagar uma subscrição. Entretanto isso mudou, como vou de seguida relatar.

Antes de bajular a aplicação, quero mencionar que experimentei várias outras: Wünderlist, Google Keep, os inúmeros clientes para o Google Tasks, Produkteev, Asana, etc. Cada um deles tem características interessantes, mas ficavam sempre àquem do que pretendo e necessito ou então tinham funcionalidades pagas. Acreditem ou não, algumas só têm alarmes para contas premium. Não acho que faça qualquer sentido cobrar por coisas básicas quando disponibilizam contas gratuitas; ou faturam tudo logo de início ou então não estão com estas merdas.

Quando já estava para desistir, decidi dar uma vista de olhos no F-Droid e encontrei a (aplicação) Moloko. Este cliente para o Remember The Milk é software livre, gratuito, todas as funcionalidades do serviço (ainda não me apercebi da falta de alguma) estão lá, usa a sintaxe do RTM e tem o nome de uma banda porreira. Só coisas boas!

Bem, a aplicação peca numa coisa: quando se define a data limite na criação da tarefa, não é possível definir imediatamente uma hora. Assim que a gravam, no entanto, passa automaticamente para o modo de edição e, aí sim, já é possível. Um pequeno inconveniente que nem o chega a ser. Ah!, e não tem widgets incluídas, mas isso não me faz qualquer diferença.

Depois de uma semana a utilizá-la, já a considero uma aplicação essencial. E, ao contrário de várias que testei, não notei qualquer impacto a nível da duração da carga da bateria. É a minha espécie de secretária pessoal. Recomendo-a vivamente!

Download
Página oficial do projeto

Graciano TorrãoMão Morta – Horas de Matar

Não resisti a partilhar pois, no atual panorama, são horas de muita coisa.

Fica a metáfora!

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http://www.mao-morta.org/


Bruno MiguelOs zombies pop de Albert Montoya

Os zombies já fazem parte da cultura pop. É inegável. Agora, graças aos trabalhos de Albert Montoya, criou-se uma simbiose entre as personagens desta cultura e os monstros comedores de cérebros.

Se gostaram dos trabalhos de Albert, podem comprá-los online no site Big Cartel.

Bruno MiguelIlustrações satíricas de Pawel Kuczynski

Pawel Kuczynski é um artista polaco que cria ilustrações repletas de sátira política, social e económica, sempre com mensagens fortes. A imagem deste post é um exemplo disso mesmo.

Sem dúvida o melhor do género que vi nos últimos tempos. Bem, mas eu sou tendencioso, porque tenho um fraquinho por praticamente tudo que contenha sarcasmo, ironia e sátira.

Se quiserem explorar o trabalho do artista, basta seguir este link.

Footnotes