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Bruno MiguelSeguro quer lista de promessas online

O Secretário Geral do PS, António José Seguro, anunciou que o site do seu partido vai conter todas as promessas que fizer enquanto líder da oposição. Uma notícia digna de nota, diga-se. No entanto, Seguro não diz se a lista se mantém caso ganhe as legislativas, ou se vai existir algum tipo de changelog ou sistema de versões para a lista, por forma a que seja possível controlar alterações (ou remoções) que possam vir a existir.

UnimosWhy We Need An Open Wireless Movement

Sugerimos a todos a leitura deste artigo (em inglês) acerca da necessidade crescente da existência de pontos de acesso livre à Internet.

 

The gradual disappearance of open wireless networks is a tragedy of the commons, with a confusing twist of privacy and security debate. This essay explains why the progressive locking of wireless networks is harmful — for convenience, for privacy and for efficient use of the electromagnetic spectrum.

We will need a political and technological "Open Wireless Movement" to reverse the degradation of this indispensable component of the Internet's infrastructure. Part of the task will simply be reminding people that opening their WiFi is the socially responsible thing to do, and explaining that individuals who choose to do so can enjoy the same legal protections against liability as any other Internet access provider. Individuals, including Bruce Schneier and Cory Doctorow, have laid some of the groundwork. It's time to spead the message far and wide.

But an Open Wireless Movement will also need to do technical work: we need to build new technologies to ensure that people have an easy way to share a portion of their bandwidth without affecting the performance of their own network connections while at the same time ensuring that there is absolutely no privacy downside to running an open wireless network.

 

O artigo completo pode ser lido no site da Electronic Frontier Foundation: https://www.eff.org/deeplinks/2011/04/open-wireless-movement

Bruno MiguelA aberração chamada PL118

A Proposta de Lei da Cópia Privada, vulgarmente conhecida como PL118, pretende taxar tudo o que for dispositivo de armazenamento de dados. Esse valor reverte a favor da SPA (Sociedade Portuguesa de Autores) e suis géneris.

Sim, vão ser taxados dos vossos direitos de autor sempre que comprarem um CD para fazer uma cópia – de segurança ou não – das fotos que tiraram com a vossa família; sempre que decidirem passar todos esses dados para um disco rígido externo, estarão a pagar direitos de autor à SPA, quando são vocês os detentores desses direitos, já que os conteúdos são vossos.

É isto que o PL118, apresentado novamente no parlamento pela antiga ministra da Cultura do executivo do PS, Gabriela Canavilhas, pretende fazer. No entanto, ao contrário do que foi afirmado, esta ideia não partiu do grupo parlamentar do PS, nem tão pouco dos deputados da Comissão de ética e cultura, como afirmou Carlos Zorrinho no Twitter. As mentes por detrás desta proposta são:

  • GPEARI
  • PGR
  • GMCS
  • INPI
  • SPA
  • AGECOP
  • APEL
  • AUDJOGEST
  • Radiodifusoras
  • IGAC
  • José de Oliveira Ascensão
  • Luiz Francisco Rebello
  • Alexandre Dias Pereira
  • Cláudia Maria Salsinha Trabuco
  • Jorge Pegado Liz

O Rui Seabra tem a prova em foto, se quiserem conferir.

Não censuro a Gabriela Canavilhas por querer ser a cara desta proposta. Ela certamente tem consciência que a vida política não dura para sempre e presumo que esteja, perdoem-me a redundância, a tratar da sua vida pós-política. As contas não se pagam sozinhas, como eu bem sei… E o Cavaco também. A vida não está fácil para ninguém. Talvez seja por isso que a SPA gosta tanto desta proposta, porque tem contas para pagar e já não o consegue fazer com os lucros que obtém.

O curioso nisto tudo é que já existe legislação que contempla a compensação. Diz assim a Lei nº62/98 de 1 de Setembro, Artigo 2º:

Artigo 2º

Compensação devida pela reprodução ou gravação de obras

No preço de venda ao público de todos e quaisquer aparelhos mecânicos, químicos, electrónicos ou outros que permitam a fixação e reprodução de obras e, bem assim, de todos e quaisquer suportes materiais virgens analógicos das fixações e reproduções que por qualquer desses meios possam obter-se incluir-se-á uma quantia destinada a beneficiar os autores, os artistas intérpretes ou executantes, os editores, os produtores fonográficos e os videográficos.

Se já existe uma lei que prevê a «compensação devida pela reprodução ou gravação de obra», para quê o PL118? A actual legislação nem sequer devia existir, porque parte do pressuposto que qualquer pessoa vai usar o dispositivo de armazenamento que adquiriu para fazer cópia de conteúdos de terceiros. Quem lhes garante que é isso que se passa? Parece que vivemos no mundo do filme Minority Report, onde os cidadãos são presos por crimes que ainda nem cometeram.

Bem, na prática, o PL118 parece que serve para aumentar o lucro dos beneficiados: os detentores de direitos de autor e não necessariamente os autores. Também, vai aumentar e bastante o custo de discos, telemóveis, leitores de mp3, cds, dvds e todos os dispositivos de armazenamento digital ou analógico. A Gabriela Canavilhas diz que isto estimula a economia, mas ainda estou para perceber de que forma, porque se as pessoas cada vez têm menos dinheiro, como irá o encarecimento de vários produtos ajudar a economia? Não vai ser assim que eles vão ser vendidos mais rapidamente e em maior quantidade.

Todo este projecto de lei me lembra os filmes sobre a máfia, e eu sinto-me como o dono de um pequeno negócio que tem que pagar protecção à mesma organização que lhe destrói a vida caso ele falhe com o pagamento.

Como se isto tudo já não fosse mau o suficiente, a SPA parece que anda a forjar apoiantes. Dois casos já conhecidos são os de António Pinho Vargas e Alexandre Soares, que afirmaram publicamente desconhecer que o seu nome figurava na lista de apoiantes apresentada pela Sociedade Portuguesa de Autores.

Depois disto, ainda querem ficar quietos e não fazer nada para impedir a aprovação desta aberração legislativa?

Bruno MiguelRaspberry Pi com melhor performance gráfica que um iPhone 4S

Há umas semanas atrás, a web geek vibrou com o anúncio do Raspberry Pi. Este pequeno computador do tamanho de um baralho de cartas, prometia uma boa performance a um preço bastante reduzido.

Numa entrevista ao site Euro Gamer, o fundador do projecto, Eben Upton, afirmou que o Raspberry Pi consegue o dobro da performance do GPU de um iPhone 4S (for suckers?). O Tegra 2, da NVIDIA, também não se fica a rir deste computador de bolso.

O Raspberry Pi já entrou na fase de produção e terá dois modelos com especificações diferentes. O mais acessível terá um custo de 25 dólares e o segundo será vendido a 35 dólares. Dentro deles, estão um processador ARM11 a 700MHz e um chipset Broadcom BCM2835 com capacidade para reproduzir sem paragens um vídeo a 1080p. Podem confirmar neste vídeo.

Se este computador for capaz de entregar tudo o que promete, qualquer pessoa poderá ter um mediacenter a baixo custo.

Marcos MaradoÉ Um Jogo? (Carta ao Adolfo Luxúria Canibal, sobre #PL118 )

[ACTUALIZADO:] Escrevi esta carta para enviar ao Adolfo Luxúria Canibal. Infelizmente o endereço de e-mail público que ele tem não está em funcionamento, e não encontro outra forma se conseguir contactar com ele. Assim sendo, agradeço aos leitores que, se souberem como, façam chegar este meu pequeno texto ao Adolfo. Obrigado. Felizmente a Internet é minha amiga, e disseram-me como conseguir entrar em contacto. A resposta encontra-se republicada nos comentários deste artigo.
Subject: É Um Jogo?

Caro Adolfo,

O Adolfo não me conhece apesar de já nos termos cruzado, mas eu sinto conhecê-lo mais ou menos. Afinal, eu era ainda uma criança quando o primeiro LP de Mão Morta rodou pelo gira-discos lá de casa, e continuo a contar com o "Há Já Muito Tempo Que Nesta Latrina O Ar Se Tornou Irrespirável" como um dos grandes discos que tenho na minha colecção. É, aliás, da minha experiência pessoal com esse album que lhe venho aqui falar.

Quando o "Latrina" (como eu o costumo chamar) saiu, era eu um estudante do ensino secundário, mas não foi com o CD que comprei que eu vivi o album. Como qualquer jovem da altura, a minha vida naquela altura não era "na sala de casa", onde estava a aparelhagem com leitor de CDs: era na rua ou no quarto. Não foi por isso que o album deixou de me acompanhar: munido com uma moeda de 100 escudos, da qual tive direito a troco, comprei uma cassette audio virgem e gravei o album para a Cassette. Findo o ritual, a referida cassette passeou comigo, do quarto para o walkman e do walkman para o quarto, enquanto eu decorava e cantava, cada frase do album, cada som, cada ritmo. Um ano mais tarde mudei de cidade e fui para a faculdade: a cassette comigo, o CD ficou na prateleira. Afinal as primeiras palavras do album são "Music Is Free", e - desenquadrando essas três palavras do seu contexto - eu era livre com a música que ali tinha, livre de poder andar pelas ruas enquanto a ouvia, livre do "sector dos lazeres" e do "mercado do entretenimento", e "infiltrava-me noutros sectores da nossa democracia" com auriculares nos ouvidos. Não me vou alongar muito mais, mas posso-lhe dizer com toda a verdade que o CD continua na minha terra natal, mas a cassette, essa, já "gasta" de tanto ouvida, tem o nome das músicas "em branco", onde antes se via tinta azul de uma caneta BIC, e é a cassette que ainda rola, por vezes, na minha actual casa, mais de uma década depois.

Hoje dizem-me que, ao ter assim apreciado a vossa arte, vos causei um prejuízo. Dizem-me também que da próxima vez que comprar um computador, e outra vez quando comprar um disco rígido, e outra vez quando comprar um telemóvel, e outra vez quando comprar um cartão de memória para a minha máquina fotográfica, terei de lhe pagar uma taxa, um valor que tenho de pagar caso contrário o Adolfo sofrerá "graves prejuízos", e que tenho de pagar essa taxa porque há a possibilidade de, eventualmente, um dia quando estiver a visitar a casa onde cresci me lembre de pegar no CD e fazer uma cópia dele para o computador, para o telemóvel, para o disco externo ou - imagine-se! - para o cartão da minha máquina fotográfica. Pode acontecer que eu eventualmente queira fazer uma ou mais do que uma dessas coisas, e aproveitar isso para voltar a ouvir com regularidade esse disco, e eventualmente voltar a interessar-me pela sua arte ao ponto de conprar outro disco de Mão Morta. Dizem que é um risco, e que "pelo sim pelo não" tenho de pagar. Quem me diz isto? Quem é que diz que o Adolfo vai sofrer "graves prejuízos" se eu não tiver de pagar mais (nalguns casos muito mais) pela tecnologia que compro? É o próprio Adolfo, segundo diz o sítio web da Sociedade Portuguesa de Autores.

Hoje em dia eu também sou autor - e músico. Talvez o Adolfo tenha sido um pouco uma influência para que isso tenha acontecido. Mas eu - autor, músico - não me sinto prejudicado cada vez que alguém compra um telemóvel e não me dá dinheiro por isso. Não entendo porque é que terei de gastar mais dinheiro com tecnologia - incluindo a que uso para fazer música - em vez de poder usar esse dinheiro para, por exemplo, sustentar o meu "vício" de coleccionador de música. Mas o Adolfo deixa bem claro com a sua assinatura: o Adolfo sofre "graves prejuízos". Eu até penso ter entendido bem algumas coisas que o Adolfo diz, por exemplo quando fala n'"As Tetas Da Alienação". Mas não consigo entender como é que o Adolfo será "gravemente prejudicado" com a não aprovação de um Projecto de Lei que eu sinto ser injusto. Tão injusto que, pela primeira vez, me dirijo a si, para lhe fazer uma pergunta:

Pode, por favor, explicar-me de que forma é que o Adolfo é "gravemente prejudicado" por eu não pagar uma taxa extra cada vez que compro tecnologia? Pode, por favor, explicar-me de que forma é que o prejudiquei quando usufrui o seu album "Latrina", gravando-o para cassette para o ouvir e ouvir e ouvir, e espalhei aos quatro ventos "vocês têm de comprar este album!"?

Sentindo verdadeiramente que isto "É Um Jogo", mas ainda assim na esperança de receber uma resposta a este meu e-mail,
Com os mais respeitosos cumprimentos,
--
Marcos Marado

Marcos MaradoPrivate Copying Levies on MP3 Players (2010)


Data taken from "de Thuiskopie" 2010 report[1]:

This list focuses only on the MP3 player levies (I intend to use this data to show how AGECOP is trying to convince people of things that are *not* true, using the same source as them):

Austria - 2,25 (<512MB) - 9,00 (30GB)
Belgium - 1,00 (<2GB) - 3,00 (>16GB)                              
Bulgaria - 2% of manufacturing or import price
Canada - nothing
Croatia - 1.93 per unit                      
Cyprus - no private copy
Czech Republic (OSA) - 1,5% of import or sale price                                    
Czech Republic (Intergram) - 3% of sale price            
Denmark - nothing
Estonia - nothing    
Finland - 4.00 (<512MB) - 21.00 (> 250GB)    
France - 1.00 (<128MB) - 20.00 (40GB)
Germany - nothing taxed (negotiations going on)    
Greece - 6% of the value
Hungary - 0.36 (<32 MB) - 32.95 (> 80GB)                  
Iceland - 4% of the import price  
Italy - 0.64 (<= 128MB) - 9,66 (> 15GB)                              
Ireland - no private copy
Japan - nothing
Latvia - 1.42 per unit
Lithuania - nothing
Luxemburg - no private copying levy
Malta - no private copying levy
Netherlands - nothing
Norway - no levies
Poland - 3% of the sale price      
Portugal - nothing (so far)
Romania - 0.5% (per unit)
Slovakia - 3% of total income of sale              
Slovenia - 4.17 (< 2 GB) - 8,35 (> 2GB)
Spain - 3.15 (per unit)
Sweden - 0.34/GB (<= 49GB) - 29.40 (> 250GB)
Switzerland - 0.53/GB
Turkey - levy set by government (always <3% of import/manufacturer price)                                                                
United Kingdom - no private copy

If from this countries we isolate those who have a tax per Gb on mp3 players:
Austria - 2,25 (<512MB) - 9,00 (30GB)
Belgium - 1,00 (<2GB) - 3,00 (>16GB)                              
Finland - 4.00 (<512MB) - 21.00 (> 250GB)    
France - 1.00 (<128MB) - 20.00 (40GB)
Hungary - 0.36 (<32 MB) - 32.95 (> 80GB)                  
Italy - 0.64 (<= 128MB) - 9,66 (> 15GB)                              
Slovenia - 4.17 (< 2 GB) - 8,35 (> 2GB)
Sweden - 0.34/GB (<= 49GB) - 29.40 (> 250GB)
Switzerland - 0.53/GB

So, there are only 8 countries that tax mp3 per GB, 7 of them European Union countries, all of those with a maximum price per unit.

[1] http://www.thuiskopie.nl/assets/cms/File/Digital_Survey%202010_Web%20version.pdf

Marcos Maradoprivate copying levies on memory cards (2010)


Data taken from "de Thuiskopie" 2010 report[1]:

This list focuses only on the memory card levies (I intend to use this data to show how AGECOP is trying to convince people of things that are *not* true, using the same source as them):

Austria - memory cards not taxed, only in combination with mp3
Belgium - 0.15 (< 2Gb) - 1.35 (>16 GB) (note: this is not *per Gb)
Bulgaria - 2%
Canada - nothing
Croatia - 0.55 (< 16GB) - 1.10 (>16 GB)
Cyprus - no private copy
Czech Republic (OSA) - 0.058 (per GB) [max. 3.46 per device]
Czech Republic (Intergram) - 0.057 (per GB) [max. 3.4 per device]
Denmark - 0.65 (per unit)
Estonia - nothing
Finland - nothing
France - 0.072 (<512MB) - 0.944 (16GB)
Germany - 0.10 (per piece)
Greece - 6% of the value
Hungary - 0.14 (<64 MB) - 12.45 (>32GB)
Iceland - nothing
Italy - 0.05/GB (>32MB) - 3.03/GB (>= 5GB) [max. 3.00 per unit]
Ireland - no private copy
Japan - nothing
Latvia - nothing
Lithuania - nothing
Luxemburg - no private copying levy
Malta - no private copying levy
Netherlands - nothing
Norway - no levies
Poland - 0.47% of sale price
Portugal - nothing (so far)
Romania - 3% (per unit)
Slovakia - 3% of total income of the sale
Slovenia - 0.03 (per GB / max € 16,69)
Spain - 0.30 (per unit)
Sweden - 0.34GB (<= 49 GB) - 29,40 (>250GB)
Switzerland - nothing
Turkey - value decided by Government, always less than 3% of import/manufacturers price
United Kingdom - no private copy

If from this countries we isolate those who have a tax per Gb on memory cards:

Croatia - 0.55 (< 16GB) - 1.10 (>16 GB)
Czech Republic (OSA) - 0.058 (per GB) [max. 3.46 per device]
Czech Republic (Intergram) - 0.057 (per GB) [max. 3.4 per device]
France - 0.072 (<512MB) - 0.944 (16GB)
Hungary - 0.14 (<64 MB) - 12.45 (>32GB)
Italy - 0.05/GB (>32MB) - 3.03/GB (>= 5GB) [max. 3.00 per unit]
Slovenia - 0.03 (per GB / max € 16,69)
Sweden - 0.34GB (<= 49 GB) - 29,40 (>250GB)

So, there are only 7 countries that tax memory cards per GB, 6 of them European Union countries, all of them with a maximum price per unit.

[1] http://www.thuiskopie.nl/assets/cms/File/Digital_Survey%202010_Web%20version.pdf

Bruno MiguelMay the force be with Jebus*

may the force be with jebus

Foto vista algures no Facebook.

*os fãs dos Simpsons mais facilmente perceberão a piada. se esse não for o teu caso, vê este vídeo

Bruno MiguelAs panorâmicas de 360º de Wouter van Buuren

As panorâmicas de 360º de Wouter van Buuren

O fotógrafo Wouter van Buuren leva a fotografia panorâmica ao limite. Este holandês sobe a torres, edifícios altos, pontes e gruas para criar imagens de 360º do ambiente circundante; uma espécie de berlindes com pequenos mundos dentro.

As panorâmicas de 360º de Wouter van Buuren - 2

Desta vez, van Buuren viajou entre Holanda, China e Nova York para capturar a sua mais recente série de trabalhos, em exposição a partir do dia 4 de Fevereiro, na galeria Witzenhausen, em Amsterdão. Se preferirem não sair do conforto da cadeira ou do sofá, podem ver o seu portfolio online.

via Colossal

Marcos Marado100.000 tracks played on Last.fm

Remember 2008, when I did a blog post called "50.000 tracks played on Last.fm"? That's right, the counter just doubled, and I now have 100.000 tracks scrobbled there (the image on your side is a screenshot, click to enlarge).

Besides the screenshot, and taking into account what I've written about in the "50.000 tracks" post, I decided to turn this event into another blog post with a little analysis of the data on it. This isn't really a blog post about "music I like" or "what you should listen to", but I also recently wrote a blog post about my "top 10 albums of 2011" on Noori Records' website, so you might what to also read that one.

First of all, the disclaimer I wrote in 2008: "Last.fm doesn't really represent what I listen: lot of the time when I'm at work I listen to what Last.fm plays to me (which limits the choice), and when I'm at home, I'm usually listening to things that will not end scrobbled: CDs, Vinyls or Cassettes. Still, this is probably the biggest (public) data available of what kind of music I dig, and it's pretty cool that I've reached 50K: now you can give some credit to what those numbers show."

A couple of updates to that text, tho:

  • I had "ins" and "outs" in scrobbling this last few years. After Last.fm stopped being free, I only scrobbled what I've listened on my own laptop's music player, at first. That of course excluded the tons of other music streaming sources I've found, including online services, mainly archive.org. There were some periods in those scrobbles that were different: at some point I was a daily user of T61 (until they threw away their great service to replace with the good-looking yet uninteresting one they have now), and they had once a way to synchronize T61 with Last.fm, so I "went back scrobbling" at that time. Other periods like that happened, and lately I've been using Google Music as my "cloud music player", both at work and on my smartphone, and I've been scrobbling again since then, using a nice Firefox extension to scrobble Google Music plays to Last.fm. Oh, speaking of smartphone, since I changed from a Blackberry to an Android phone, I've also been scrobbling whatever I listen on my smartphone. Which isn't much, really, I stopped being a "portable music" kind of guy for years now...
  • This is not, probably, the "biggest (public) data available of what kind of music I dig", I started working on having my personal collection of music public on Discogs, and while the collection isn't all there (yet?), I bet that's a better source of information about what music I have and how I rate the release...
Well, apart from that... What do the numbers and statistics actually say?
  • Unsurprisingly, Merankorii is still my mostly played band. But there's no surprise there, is it? I mean, as I said in 2008: "What can I say? I am a fan of my own work, or else I wouldn't bother doing it...". It won't come as a surprise, then, that Kokori is at 4th (another band I created in the meantime), +ko+ko+ is in the 5th position (a musical project with two full-length albums released... on my label, and the last one mastered by me), Ambiansu is at 8th (this was a side-project of mine, that released one album and one other track for a compilation), and will even probably justify why RedSK is on the 12th: my label released a split CD between Merankorii and RedSK... and I spent a good number of months listening to RedSK while building Merankorii's side, and spinning the CD after it was finished.
  • Tenhi and Empyrium swapped with DVAR and Marilyn Manson which is surely no surprise for me. While I still love both Tenhi and Empyrium, I managed to get my hands on much of DVAR's discography, and, well... DVAR are GODS. Of course, their short tracks providing 20 or 30 tracks on a small album helps, but that's honestly not the reason: I have "DVAR urges" regularly, and each time I have one of those I spend three or four days in a row listen to little more than DVAR... As for Marilyn Manson, it is not that I really started to feel the need to listen more of it, but when I started using Google Music I uploaded a small part of my extensive Marilyn Manson collection to Google Music, and now I have 746 different Marilyn Manson tracks on Google Music (from 4208 tracks there), and since many times when I'm listening to Google Music at work is a simple random "shuffle", it keeps playing Marilyn Manson tracks...
  • The only other new entry on the top artists list is Caprice. I referred them in 2008, but at that time I only had two of their albums and I had just knew them. Now I have a lot more CDs from them, and the "Kiwitt! Kiwitt!" (their best, IMHO) had quite a few spins on my computer. I haven't listened much of them lately, tho, but they're working on a new album nowadays, so - who knows? - maybe you'll still see them on my "200.000 tracks" post in eight years ;-)
If you're curious and want to check out one of this bands or my Last.fm profile, here's the link.

Joel PatrãoHow to add Dropbox to Thunar's sendto menu

First in your home's hidden directory in the folder named ".local" within it's subfolder named "share" create a folder named "Thunar" then within that folder create a subfolder named "sendto" 

Example:

/home/user/.local/share/<wbr></wbr>Thunar/sendto

Now open your text editor and copy and paste the following:

[Desktop Entry]
Type=Application
Version=1.0
Encoding=UTF-8
Exec=cp -r %F /home/"user"/Dropbox
Icon=dropbox
Name=Dropbox

Next replace (above) "user" in '/home/"user"/Dropbox' with your user name.

Then save the file as "Dropbox" within the "sendto" folder, now close and restart Thunar.

UnimosHotspot do Farol com aumento de capacidade

O ponto de acesso no farol da Nazaré tem estado a recusar novos acessos por estar com as atribuições de endereços esgotadas.

Problema resolvido hoje com aumento da gama de endereços e diminuição do tempo de expiração do endereço.

 

Bruno MiguelCavaco Silva: Portugal varrido por onda de solidariedade

Cavaco sem dinheiro

Numa visita ao Gabinete do Munícipe do Porto, o Presidente da República (PR) revelou à comunicação social que não sabe como irá pagar as despesas com a reforma de €1300 mensais que vai receber da Caixa Geral de Aposentações. A este valor acresce um outro ainda não definido do fundo de pensões do Banco de Portugal, para onde descontou durante quase 30 anos.

Após estas declarações, Cavaco Silva terá sentido uma ligeira indisposição. Fontes próximas do PR indicam que a origem está na má nutrição do chefe de estado, que tem cortado na comida para poder pagar as despesas.

A saúde financeira de Cavaco Silva já gerou uma onda de solidariedade, com maior revelo junto dos reformados que recebem ou irão receber uma reforma com dois ou três dígitos a menos. Arlindo Fonseca, reformado da construção civil, já afirmou que vai doar a sua reforma de duzentos e poucos euros ao chefe de estado, para que «o pobre coitado não passe fome».

Este apoio também se faz sentir junto dos jovens casais portugueses. Bernardo e Odete, um jovem casal que acabou de ter o primeiro filho, vai começar a racionar os cuidados com o recém-nascido para que Cavaco Silva consiga ter mais umas migalhas de bolo-rei para o almoço.

Bruno MiguelDaft Punk tocado com leitores de disquetes

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Depois de criar uma colecção de músicas de videojogos “tocadas” com leitores de disquetes e um Arduino, MrSolidSnake745 aventura-se agora na música eletrónica, com esta cover do single Derezzed, dos franceses Daft Punk.

via The Awesomer

Footnotes